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Bola da Vez com Diego vai ao ar nesse
sábado
Diego gravou na manhã desta quinta o
programa Bola da Vez, da ESPN Brasil. O meia falou de diversos
assuntos e a integra poderá ser vista nesse sabádo, às 22h30. Já está
no site
www.espn.com.br
as fotos da gravação.
Fonte: Diego
10
Diego na selecção de
talentos
No meio de referências várias a outros assuntos e figuras, Ronaldo
raspou noutro portista de forma elogiosa: Diego. O médio que se prepara
para segunda época com a camisola do FC Porto foi incluído na selecção
que o avançado do Real Madrid fez das últimos craques revelados pelo
futebol brasileiro. A resposta surgiu na sequência de uma interrogação
sobre se Robinho seria, actualmente, a maior revelação do Brasil. "Acho
que é a revelação do momento. É jovem e tem muito o que mostrar ainda.
Não existe uma revelação do século. O Brasil sempre revela: Ronaldinho,
Kaká, Diego, eu", respondeu o avançado do Real Madrid, que participará,
depois de amanhã, no jogo organizado por Luís Figo no Algarve.
Fonte: O Jogo
Diego (F.C. Porto): «Co
Adriaanse parece ser um treinador inteligente»
Do outro lado da linha, com um oceano inteiro pelo
meio, Diego atende o telemóvel de voz solta. A conversa com o
Maisfutebol tem de ser rápida, diz, que ele está mesmo de saída, mas
antes de começar a responder às perguntas ainda arranja tempo para falar
das férias. «É a primeira vez que tenho tanto tempo seguido», reconhece.
«Tem sido muito bom, tenho aproveitado para estar com a família, com os
amigos, para descansar e para me preparar para chegar aí no sábado com
todas as forças».
Ora por falar em regresso, interessava saber que Diego
se pode esperar esta época. «Pode esperar-se um Diego mais adaptado»,
conta. «Estou muito empolgado. Acredito que as coisas vão correr muito
melhor do que na última temporada. O plantel já se conhece, já está mais
entrosado, o treinador percebe muito de futebol, acho que o clube este
ano tem tudo para triunfar».
O médio brasileiro diz não conhecer Co Adriaanse -
«não pessoalmente», sublinha -, mas sabe dele o essencial para poder
emitir uma opinião muito favorável. «Sei o que toda a gente sabe,
acompanhei o trabalho dele no AZ Alkmaar e vi como jogava a equipa». Ora
o que viu deixa-lhe poucas dúvidas. «O trabalho que fez no clube
holandês dispensa mais provas», frisa. «Parece ser um treinador muito
inteligente. As suas equipas jogam de uma forma muito ofensiva e são
equipas bem trabalhadas tacticamente. Estou muito confiante de que vai
fazer um bom trabalho no F.C. Porto».
«Dizem-me que o Anderson é um grande jogador»
A nova época portista promete muita luta na posição de médio-ofensivo.
Para além de Diego, de Léo Lima e de Leandro do Bomfim, agora há também
Jorginho, há também Lucho González e há sobretudo Anderson. Do novo
craque brasileiro, que toda a gente compara a Ronaldinho Gaúcho, Diego
diz saber muito pouco. «Conheço apenas de nome. Nunca o vi jogar»,
revela. «Mas têm-me falado muito dele e dizem-me que é um grande
jogador. Nos jogos que fez pelo Grémio e pela selecção sub-17 parece que
mostrou excelentes pormenores».
Apesar de tudo isso, Diego não se mostra minimamente
intimidado com a concorrência. O internacional brasileiro lembra que
apesar dos vinte anos, já tem vários de futebol ao mais alto nível. «E
em todas as equipas por onde passei fui sempre titular». Por isso olha
para a nova época que se aproxima sem receio. «A concorrência sempre
existiu e vai sempre existir. Não estou preocupado com isso. Estou
preocupado em fazer o meu trabalho e fazê-lo bem. Vou lutar pelo meu
espaço em cada momento e por ajudar o F.C. Porto a conquistar grandes
coisas».
Fonte: Mais Futebol
DIEGO NO PROGRAMA BOLA DA VEZ
Diego grava, nesta quinta-feira, em São Paulo, o programa
Bola da Vez da ESPN Brasil. Os fãs podem fazer perguntas ao atleta pelo
site da emissora www.espn.com.br.
O programa vai ao ar no próximo
sábado, dia 2 de julho, às 21h30.
O BOLA DA VEZ, vai entrevistar o jogador Diego, do Porto. Revelado no
Santos e dupla de Robinho o jogador está no time português e vai
responder as perguntas dos nosso convidados e as perguntas dos fãs de
esporte.
Utilize o formulário no site e ajude a entrevistar o Diego. Envie suas
perguntas e comentários.
Participe!
Fonte:
Diego da Vila
Diego:
"Já ando sem dores"
Diego já tem as malas quase prontas
para regressar a Portugal, onde o espera a segunda parte de uma aventura
que começou na época passada. O descanso no Brasil foi bem aproveitado,
apesar de ter sido sujeito a alguns cuidados devido à lesão no pé
esquerdo, que o obrigou a uma intervenção cirúrgica antes das férias. O
médio lesionou-se no último jogo da temporada, mas espera ter
autorização para arrancar sem problemas. "Estou bem melhor. Ficou
combinado fazermos um exame quando voltar a Portugal para ver se está
tudo bem cicatrizado. Aí vou saber se já poderei trabalhar normalmente",
disse ontem a O JOGO, confiando plenamente numa resposta positiva para
poder estar à disposição de Co Adriaanse. "A ressonância é que vai
dizer, mas acho que a lesão evoluiu bem. Já ando normalmente e sem
dores. Vamos esperar para ver", completou.
Com viagem marcada para sábado, Diego confessa
que regressará com vontade redobrada de conseguir um bom rendimento na
segunda temporada de FC Porto. "As férias foram excelentes. Deu para
descansar, matar saudades da família e dos amigos. Já não tinha um
período de descanso assim há muito tempo", acrescenta. No ano
passado, por força da transferência do Santos para o FC Porto e da
presença na Copa América, o jogador só teve direito a uns dias de pausa.
Agora, garante, já só pensa em retomar o trabalho. Energia não lhe
falta. "Já estou até com saudades", atirou, com alguns
sorrisos à mistura.
Fonte: O Jogo
Trocou armas por
autógrafos
O médio portista participou ontem numa iniciativa organizada pelo World
Trade Center de Santos, onde o objectivo passava pela troca de armas de
plástico por camisolas autografadas. "Estou muito feliz por ter sido
escolhido para estar com as crianças. As pessoas que representam o World
Trade Center no Brasil organizam sempre um evento destes nesta altura do
ano para arrecadar brinquedos, que beneficiam instituições de caridade.
As armas recolhidas vão ser destruídas e o plástico será depois
aproveitado para fazer novos brinquedos", contou a O JOGO. A
violência é uma das questões mais sensíveis no Brasil, razão suficiente
para investir na educação dos mais jovens. "Esta é uma iniciativa
educativa e contra a violência. Estas acções são mais necessárias aqui
no Brasil, ao contrário do que acontece em Portugal", acrescentou. É
a segunda vez que Diego abdica de umas horas das férias para participar
em compromissos de solidariedade, mas esse é um papel social que o
jogador não se cansa de repetir, aceitando os convites sem pestanejar.
"Faço-o com todo o prazer. Quero ajudar a construir um Brasil
melhor", diz, consciente do efeito mediático do futebol e das
consequências positivas que uma simples presença pode acarretar. A
iniciativa de ontem, designada por Dia World Trade Center da Paz, foi
instituída após os atentados de 11 de Setembro de 2000, em Nova Iorque,
e estendeu-se a vários países.
Fonte: O Jogo
Diego apóia campanha pela paz
O meia Diego participa
na terça-feira, dia 28, de uma ação beneficente do World Trade Center
Santos. As crianças poderão trocar armas de brinquedo (espadas,
revólveres de plástico e qualquer outro brinquedo que simbolize a
violência) por camisetas autografadas pelo craque, a partir das 15h30,
em frente ao prédio do WTC em Santos (Rua XV de Novembro, 111/113,
Centro). Os brinquedos entregues pelas crianças serão triturados e
transformados em outros brinquedos, que serão doados para uma
instituição beneficente.
A ação celebra o Dia WTC
da Paz, instituído após os atentados de 11 de setembro de 2001, em todos
os 300 centros WTCs sediados em mais de 100 países.
Fonte:
Diego 10
Início da época em
dúvida
No último jogo da temporada, frente à Académica, Diego fracturou o
quinto metatarso do pé esquerdo e encontra-se neste momento a recuperar
da lesão, não se sabendo ainda se estará em condições de iniciar os
trabalhos de pré-temporada com o restante plantel. "Felizmente tem
melhorado muito, e ainda recentemente fui analisado pelo um
fisioterapeuta que me disse que a evolução tem sido positiva. Também
tenho tido muito cuidado durante as férias, até porque quero integrar os
trabalhos da equipa logo na pré-temporada. Seria importante para mim.
Mas, infelizmente, ainda não é certo que esteja a cem por cento quando
iniciarmos a época. Neste momento, os médicos preferem que não me
comprometa, porque neste tipo de lesões há sempre alguma incerteza
relativamente ao tempo de recuperação. Talvez daqui a uns dias já
consiga saber se vou estar disponível para iniciar a época", referiu.
"Quero ser campeão na próxima
época"
É
praticamente unânime que Diego é um jogador genial, possuidor de
qualidades técnicas acima da média, capaz de arrancar jogadas apenas ao
alcance dos predestinados, mas o primeiro ano da aventura no futebol
europeu não foi totalmente arrebatador. "Foi bom, mas podia ter sido
excelente", considerou o médio brasileiro. Numa entrevista exclusiva a O
JOGO, Diego falou abertamente sobre a época transacta, os problemas que
afectaram a equipa e as perspectivas criadas para a próxima temporada.
"Tenho a certeza de que vamos estar mais fortes", adiantou, por entre
elogios ao novo treinador (Co Adriaanse) e ao plantel azul e branco
O JOGO| Que balanço faz da época transacta, a sua primeira no
futebol europeu?
DIEGO| Na generalidade considero que foi muito boa, mas podia
ter sido excelente se tivéssemos vencido o campeonato. E digo que foi
muito boa porque, apesar de todos os problemas, conseguimos conquistar
dois títulos - a Supertaça portuguesa e a Taça Intercontinental -, e
ainda acabamos o campeonato no segundo lugar, que nos permitiu
qualificar directamente para a Liga dos Campeões. E tudo isso num ano
atípico, num ano em que o clube teve três treinadores e mudou mais de
cinquenta por cento do grupo de trabalho. Mas, apesar de considerar
que a temporada foi positiva, temos de almejar muito mais para o
próximo ano... Os nossos objectivos têm de ser ainda mais altos e,
sinceramente, estou muito confiante para a próxima época
P| Como já referiu o FC Porto teve três treinadores na temporada
passada e registaram-se muitas mexidas no plantel. Como é que o grupo de
trabalho foi gerindo essa situação ao longo do ano?
R| Considero que essas mexidas acabam por ser inevitáveis numa
equipa que teve um enorme sucesso, como foi o caso do FC Porto. Mas mais
do que as mexidas no plantel, acho que foram as mudanças de treinador
que realmente atrapalharam o crescimento da equipa. O grupo esteve
sempre unido, o objectivo de todos passou sempre por vencer, mas a
verdade é que a equipa por vezes não se entendia no campo por falta de
entrosamento. Considero, no entanto, que essa situação é normal, até
porque a maior parte dos jogadores eram novos no clube e ainda não se
conheciam muito bem. Mas a qualidade do plantel do FC Porto é
indiscutível, e estou certo de que com um bom planeamento vamos ser
ainda mais fortes.
P| Mas vai haver novamente muitas mexidas no plantel para a
próxima temporada, e até uma nova equipa técnica...
R| É verdade, mas os assuntos estão a ser tratados de uma maneira
diferente. A equipa, na próxima época, vai crescer consideravelmente
porque a maior parte dos jogadores já se conhece, já existe uma
estrutura forte, enquanto na temporada transacta a equipa que já jogava
junta há bastante tempo desfez-se completamente, e tivemos de começar
tudo de novo. Para além disso, o planeamento tem sido muito bem feito
pelo novo treinador.
P| Em algum momento da época, sobretudo nos mais complicados, se
arrependeu de ter ingressado no FC Porto?
R| Não, em momento nenhum. Sinto-me muito feliz e muito realizado
por estar em Portugal. Assinei um contrato válido por cinco anos, e não
existe nenhuma possibilidade, pelo menos da minha parte, de abandonar o
FC Porto neste momento, até porque a experiência no clube correspondeu
às minhas expectativas. Para além disso, quero ganhar o campeonato com a
camisola do FC Porto, pois senti que sendo campeão o dia-a-dia melhora
substancialmente.
P| Não é normal o FC Porto estar dois anos consecutivos sem vencer
o título. Para o ano existe essa obrigação?
R| Sem dúvida. Jogar num clube grande, no FC Porto, actual
campeão do Mundo, obriga os jogadores a vencer sempre o campeonato, e
temos consciência de que vamos ser cobrados por isso. No entanto, para
mim, a conquista de títulos é fundamental para a carreira de um jogador,
até porque é o que fica para a história, e é por isso que quero ser
campeão no próximo ano. Felizmente já conquistei vários títulos com
apenas 20 anos, alguns deles muito importantes, como são os casos do
Brasileirão, da Taça Intercontinental e da Copa América, mas não quero
ficar por aqui. Quero muito mais.
P| Mas vão ganhar o título?
R| Vamos lutar para ganhar. Não sabemos se o conseguiremos, mas
de certeza que vamos estar mais fortes e entre os principais candidatos.
P| O que pode prometer aos adeptos tendo em vista a próxima época?
R| O máximo da minha disponibilidade e qualidade. Eu queria
prometer o Diego das últimas partidas da temporada, mas isso também vai
depender muito da forma de jogar da equipa. Relativamente ao colectivo,
posso apenas prometer que vamos ser mais competitivos e que vamos lutar
pelo título.
"Adriaanse combina
com os objectivos do FC Porto"
P| O FC Porto vai ter um novo treinador para a próxima época. O que
conhece de Co Adriaanse?
R| Vi a equipa dele jogar na Taça UEFA, e gostei da forma de actuar do
AZ Alkmaar. Sei também aquilo que as pessoas vão falando... Sei que é um
treinador disciplinador e que combina com os objectivos do FC Porto.
P| Porque é que acha que a direcção do FC Porto optou por um treinador
disciplinador?
R| Acho que os melhores treinadores do Mundo são todos
disciplinadores... Essa é, na minha opinião, uma das características
mais importantes num treinador. Até hoje só tive treinadores assim:
Celso Roth, Emerson Leão, Wanderlei Luxemburgo, Carlos Alberto
Parreira... E nunca tive nenhum problema com nenhum deles. Muito pelo
contrário, sempre tive um grande sucesso, pelo que considero isso um bom
sinal.
P| É um jogador que gosta de jogar com a bola no pé, de trabalhar as
jogadas, mas o novo treinador é conhecido por ser adepto de um jogo mais
prático e directo. Como acha que vai encaixar nessa realidade?
R| O que eu gosto mesmo é de participar nas jogadas ofensivas, quer
sejam curtas, longas, pelas alas, ou pelo centro. Isso é uma questão de
filosofia que não me preocupa, pois consigo adaptar-me a qualquer estilo
de jogo. Também estou certo de que os jogadores do plantel se vão
adaptar sem qualquer tipo de problema a essa nova filosofia.
"Já consigo atacar e
defender com a mesma eficácia"
P| Como se processou a adaptação ao futebol europeu, mais concretamente
ao português?
R| No meu entender foi rápida e positiva. Foi uma mudança muito grande,
tanto na vida pessoal, como na vida profissional, mas acredito que
correu bem. Fui muito bem recebido pelos jogadores, pelos adeptos, pela
direcção, e isso também me ajudou muito. Considero também que fui
crescendo com o decorrer da temporada e que terminei a época em bom
nível. Por isso as minhas expectativas para o que se segue são muito
boas.
P| Porque é que o verdadeiro Diego só surgiu no final da temporada? Foi
por falta de confiança dos companheiros de equipa nas suas capacidades?
R| Não, eu não acho. Acredito mais que dependeu da função que tive na
equipa e da falta de entrosamento com os meus colegas. Dificilmente
fizemos duas partidas com a mesma equipa durante grande parte da
temporada, mas no final da época isso aconteceu, principalmente no
meio-campo, o que é fundamental para o nosso rendimento, pois
permite-nos ter um maior conhecimento das movimentações dos
companheiros. Depois, nos últimos jogos, também ocupei uma posição que
me beneficiou mais, em que estive mais activo na organização das
jogadas. A equipa também melhorou e consequentemente também subi de
rendimento. Ou seja, a minha subida de rendimento está relacionada com
vários factores, e não dependeu apenas de mim.
P| No futebol europeu um médio-ofensivo também é obrigado a ajudar nas
tarefas defensivas...
R| Estou muito melhor nesse aspecto, sobretudo porque já consigo dosear
o meu esforço. A primeira função de um médio-ofensivo é criar jogadas, e
se me desgastar muito na marcação acabo por não ter força para fazer
aquilo em que sou mais útil. No entanto, hoje sinto-me um jogador mais
experiente nesse aspecto, até porque já sei dosear muito melhor o
esforço, defender e atacar com a mesma eficácia. No fundo, estou um
jogador mais completo.
P| Mas foi difícil nos primeiros tempos?
R| Foi muito complicado, porque corria muito, e na maior parte das vezes
de uma forma desnecessária. E depois ressentia-me disso ao longo da
partida, não rendia. Mas, como já disse, sinto que estou completamente
adaptado a essa realidade e mais forte.
P| Outro dos aspectos importantes no futebol europeu é a regularidade de
um jogador ao longo da época...
R| É muito importante manter um bom nível, mas por vezes isso não foi
possível durante a última temporada. Mudamos muitas vezes de sistema
táctico, - utilizamos o 4x3x3, o 4x4x2 em quadrado, o 4x4x2 em losango -
e talvez algumas dessas filosofias não tivessem funcionado. E eu, como
parte integrante da equipa, ressenti-me disso mesmo. Mas nunca me
escondi, procurei sempre assumir o jogo, porque sabia que isso era muito
importante para mim e principalmente para a equipa. No futuro vou voltar
a esforçar-me para estar sempre bem em todos os jogos, embora saiba que
por vezes isso não é possível. E se isso não acontecer, o importante é
que a equipa ganhe na mesma, pois não podemos estar todos os jogos a um
nível muito elevado.
P| E em que esquema táctico se sente mais à vontade?
R| No FC Porto jogamos várias partidas em 4x3x3 e a equipa esteve muito
bem. Mas no Santos, por exemplo, jogávamos em 4x4x2 losango e eu também
joguei muito bem. Depende muito das características dos jogadores da
equipa, mas eu consigo adaptar-me facilmente a qualquer tipo de sistema
de jogo. Não tenho nenhuma preferência.
"Gosto de ser cobrado"
P| Sentiu, em algum momento, uma responsabilidade acrescida por ter de
substituir Deco, um ídolo para os adeptos e um dos jogadores mais
marcantes da história do FC Porto?
R| Não, em momento nenhum. No meu anterior clube (Santos) também era um
ídolo, assim como na selecção brasileira, e por isso já conheço essa
realidade. O que eu sempre disse é que estava a ser contratado pela
minha qualidade, e que não tinha vindo para substituir ninguém. Sei e
entendo que essa comparação é inevitável para as pessoas, mas na minha
cabeça isso nunca existiu. Sempre disse, e volto a dizer, que o Deco é
um excelente exemplo, que fez um trabalho maravilhoso, e a minha
intenção passa por trilhar o mesmo caminho de sucesso, mas nunca ser o
seu substituto.
P| E sentiu responsabilidade por jogar com a camisola do vencedor da
Liga dos Campeões?
R| Tenho e sinto responsabilidades desde que comecei a jogar futebol,
com 16 anos, e vou continuar a ter sempre, porque a vida de um jogador
de futebol é assim mesmo. Mas eu gosto de ser cobrado, isso não me
atrapalha nada, até porque só exigem mais e melhor a quem tem qualidade.
Ou seja, é bom sinal que eu seja cobrado.
"Defrontar
Portugal no Mundial? Só na final"
P| Certamente espera fazer uma grande temporada no FC Porto para estar
presente no próximo Campeonato do Mundo...
R| Claro. Esse é um dos meus principais objectivos. A lesão no dedo
atrapalhou-me um pouco e não pude estar presente na Taça das
Confederações, mas penso que ainda vou ter muito tempo para mostrar que
tenho valor para ir ao Mundial. Para além disso, as minhas passagens
pela selecção, que já foram 14, entre elas a Copa América, foram sempre
muito boas, pelo que acredito que tenho boas possibilidades de estar
presente na Alemanha. Vou lutar para que isso aconteça, mas também sei
que tenho de estar bem no FC Porto para ser convocado.
P| Há alguma coisa que consiga superar uma presença na selecção
brasileira?
R| Acho que não... Estar na selecção é um orgulho muito grande. É uma
sensação boa, diferente e muito especial, até porque a selecção
brasileira é diferente de todas as outras.
P| E que avaliação faz da selecção portuguesa?
R| É uma equipa que tem crescido muito nos últimos anos e que neste
momento tem alguns dos melhores jogadores do Mundo. É uma excelente
equipa e um dos principais candidatos à conquista do título mundial. Sem
qualquer dúvida...
P| Gostava de encontrar Portugal no Mundial?
R| Era bom, mas só porque isso queria dizer que tinha sido convocado.
Mas defrontar Portugal seria uma situação diferente... esquisita mesmo.
No fundo, iria jogar contra o que considero ser o meu segundo país, pois
fui sempre bem recebido por toda a gente...
P| Mas perdia, certo?
R| (risos) Espero que não. Mas o melhor é não nos enfrentarmos. E se
isso acontecer que seja na final.
As férias do "moleque"
Diego tem dividido as férias entre a praia de Santos, de onde é
natural, e o descanso numa quinta em Ribeirão Preto, sempre na companhia
da família. "Gosto de passar as férias sem grandes compromissos, sem
qualquer tipo de stress. Venho para aqui para descansar e fazer aquilo
que realmente me apetece. Ando sempre pela quinta ou pela praia, e
também gosto de pescar e mergulhar", afirmou. Dentro dos relvados Diego
gosta de infernizar a vida aos seus adversários, mas como será longe do
ambiente dos estádios? "Sou muito brincalhão, bem disposto, e gosto de
estar com os meus amigos, principalmente agora que não os vejo com tanta
frequência. Também gosto de ir à praia, namorar, andar de jet-ski, jogar
snooker... Enfim, gosto de fazer bagunça, até porque ainda sou um
moleque (risos)". A forma de viver do povo brasileiro também é
substancialmente diferente da realidade portuguesa. "Concordo, mas não
consigo dizer se é melhor ou pior. Em Portugal, por exemplo, as pessoas
não vão tanto à praia como no Brasil, não jogam futvólei, que é outras
das coisas que eu adoro fazer... Nas ruas também não andam de bermudas e
sem camisa. É diferente. Mas eu gosto da maneira de viver dos
portugueses, e do europeu em geral, e nunca tive nenhum tipo de problema
em me adaptar a este tipo de diferenças", rematou.
Fonte: O Jogo
Segunda-feira (13
Junho) o Craque esteve num leilao de beneficiencia, em Sao Paulo.
No leilão foram arrematadas 33 camisas esportivas doadas por grandes
nomes do esporte brasileiro, como Pelé, Rivelino, Kaká, Luis Fabiano e o
próprio Diego. O craque doou uma camisa da Seleção Brasileira
autografada, que foi arrematada por R$ 1.000,00, e a entregou
pessoalmente ao comprador. No total, a Fundação Abrinq arrecadou mais
de R$ 20 mil, renda que será aplicada nos projetos da entidade.
Aqui ficam algumas
fotos



Fonte:
Diego da Vila/
Diego Ribas
Um ídolo no Brasil
Diego foi a grande
estrela de uma acção de solidariedade para ajudar as crianças mais
desfavorecidas do Brasil, que decorreu esta semana em São Paulo. O
jogador do FC Porto foi mesmo "esmagado" pela enorme quantidade de
admiradores, que fizeram quase tudo para ter um simples autógrafo ou uma
foto do internacional brasileiro...
PEDRO MARQUES COSTA, enviado especial a S. Paulo
(Brasil)
"Diego, posso tirar uma foto contigo? E podes-me autografar esta
camisola? Eu queria uma assinatura com dedicatória especial para o meu
filho, é possível?". Os pedidos repetiram-se durante toda a noite; Diego
é mesmo um ídolo no Brasil. Apesar de ter deixado o continente
sul-americano em meados do ano passado para se aventurar em terras
lusas, o médio do FC Porto continua a ser intensamente "perseguido" por
uma imensidão de admiradores (e admiradoras...) sempre que reaparece
publicamente no Brasil. Foi mais uma vez assim, esta semana, quando
acedeu a participar, em São Paulo, num leilão de camisola autografadas,
cuja receita reverteu para a fundação ABRINQ (que luta pelos direitos da
criança e do adolescente). Mesmo em tempo de férias, as solicitações ao
internacional canarinho multiplicam-se, quer para entrevistas nas mais
diversas televisões, quer mesmo para participar em determinados eventos
sociais. E a verdade é que o "craque" - como quase todos os brasileiros
carinhosamente o tratam... - raramente recusa um convite. Disponível,
afável, simpático, divertido, e sempre com um sorriso nos lábios, é
desta forma que Diego encara a interminável fama que conseguiu
conquistar em "casa". "Felizmente, tenho facilidade de lidar com este
tipo de situações", referiu o médio brasileiro: "É muito bom sentir o
carinho das pessoas, sobretudo quando se joga noutro país. Rever os
brasileiros, e particularmente os adeptos do Santos, e sentir que ainda
nutrem um respeito muito grande por mim significa que a minha passagem
por aqui foi marcante". Em Portugal, mais concretamente na cidade do
Porto, e apesar de ser frequentemente reconhecido e interpelado por
adeptos de futebol, Diego ainda não conseguiu atingir o mesmo estatuto.
"Sem dúvida que é um pouco diferente daqui do Brasil... Passo lá todo o
ano e acho que as pessoas se habituam a ver-me com alguma assiduidade na
rua e não ligam tanto. No Brasil, sabem que eu estou a trabalhar noutro
país e que dificilmente vão ter muitas oportunidades para me ver".
Fonte: O Jogo
Algumas fotos do
programa de Domingo, no Terceiro Tempo!
   
 

Diego no Terceiro Tempo
Neste
domingo, dia 12, o craque Diego estará no programa Terceiro Tempo,
da Rede Record, apresentado por Milton Neves. O programa vai ao ar às
22h30.
Fonte: Site Oficial
Para quem não pode ver a entrevista do
Craque fica aqui um resumo de tudo o que ele disse.
Chegando lá o Cleber Machado brincou com ele
dizendo que o Diego era um grande amigo do Henao.

O Diego
falou um pouco sobre o Paraguai ,ele disse que o Paraguai é um bom
time mas que o Brasil em casa tem que sempre ganhar.
E eles fizeram algumas perguntas para o diego.
1- Diego você jogou muito contra a
Argentina existe essa rivalidade?
R= Sim, eu joguei no Sub-16 e 17 e na copa
America e existe essa rivalidade contar a Argentina e contra times de
lá.E tanbem os Argentinos tem uma Caatinga e os Brasileiros já
superarão.
2-Diego você acha que o Robinho amadureceu?
R= O Robinho é um jogador extraordinario e
amadureceu muito.
3- Você acha que o Robinho vai para Europa?
R= Enquanto á ir para a Europa isso é muito
pessoal e quando eu fui eu amadureci muitoe eu tinha esse sonho de ir
para a Europa eu melhorei em varios aspectos.É o que ue disse eu posso
servi de exemplo para o Robinho e eu não posso falar VAI, NÃO VAI ele
tem que escolher o momento certo e o lugar certo para ele sair do
Santos.
4- Você acha que o foco pode atrapalhar o
jogador? Na Copa America isso atrapalhou você eo o Robinho?
R= Não, na Copa America isso não nos atrapalhou.
5- Vocês dividem isso com o grupo? Isso
pode atrapalhar a seleção?
R=Sim, nos dividimos isso com o grupo eu acho
que na seleção principal isso não acontece.
6-Você acha que o Robinho e o Adriano podem
forma uma grande dupla?
R= Pode, acho que como falam é falta de
entrosamento e eles podem forma uma grande dupla de ataque.
7-Você acha que indo para Portugal isso te
atrapalhou na seleção?
R= Acho que não eu tive 12 ou 11 convocações e
o tecnico pode me conhecer bem e eu acredito que fazendo meu trabalho
eu posso voltar a seleção.
8-Você e o Robinho se encontram muito?
R= Sim, esses dias eu estive lá no Treinamento
do santos e briquei com ele e com a turma.
9-Você falo com o Henao? Você guarda rancor
dele?
R= Não, eu não guardo rancor dele aquilo foi no
jogo e ele não estava lá.
10-O santos consegue ganhar do Atl.
Paranaense?
R=Acho que o Santos consegue sim, vai ser um
jogo dificil mas o Santos em casa tem grandes chances.
11-Você fica triste quando o Boca Juniors
leva um "Chocolate"?
R= Não eu não fico triste quando o Boca perde
mas também não torço contra.
Eles ainda iam falar com os meninos direto da
concentração da seleção, ficaram esperando o Robinho aparecer mas quem
apareceu foi o Renato ele brincou com o Diego falando que le carregava
o Diego nas costa na epoca que eles jogavam no Santos e foi isso.
O Diego estava muito feliz deu para ver no rosto
dele, e ele estava sem aliança, mais o Diego não falou de sua vida
pessoal.
Fonte:
Diego Ribas
Diego no Arena
Sportv
Na próxima sexta-feira, dia 3, Diego será o entrevistado do
programa Arena Sportv, do canal fechado Sportv. O programa, apresentado
por Cléber Machado, vai ao ar às 14:00horas
Fonte:
Diego da vila
Diego visita CT Rei Pelé e deseja boa
sorte ao Santos FC na Libertadores
Diego aproveitou para rever seus amigos do Santos FC, em especial
Robinho
Campeão Brasileiro em 2002 e 2004 (saiu no meio da temporada) pelo
Santos Futebol Clube, o meia Diego (foto) retornou a Santos para rever
os amigos que deixou no clube, em especial o atacante Robinho.
De férias e recuperando-se de uma contusão, Diego falou com os jogadores
e desejou boa sorte ao time nas quartas-de-final da Taça Toyota
Libertadores da América. "Já disputei duas Libertadores e sei como é uma
competição difícil. Desejo boa sorte ao Santos e estarei torcendo pelos
amigos que fiz aqui", disse o meia.
Durante o treinamento do Santos, ontem, no CT Rei Pelé, os jogadores
receberam a visita de Diego. O ex-meia e camisa 10 da equipe que se
transferiu para o Porto, de Portugal, em julho do ano passado ficou em
um dos gramados do CT e conversou por longo tempo com vários
ex-companheiros de clube.
Fonte: Diego da Vila

Fotos by: Diego Ribas 10
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